Eu sou da rua. Eu sou das cruzas. Eu estou perambulando por ai. Eu sou da malandragem.
Jogando os dados, jogando as cartas trago alguns mistérios a se revelar.
Nas ruas se tem a luz e as sombras e é preciso atenção para circular em seus limites.
Eu trago o jogo o jogo de cintura, o bom molejo para saber dançar até mesmo nas lambadas da vida.
Trago na veia o sangue de um povo que sabe lutar nas dificuldades.
É preciso ter fé, não deixar a desesperança pegar. Quem é da rua aprende nas maiores dificuldades, então também tem muito a ensinar.
Existe uma desconfiança o perigo sorrateiro na esquina, mas também você encontra muita ajuda, parcerias, amigos de coração.
Aqueles que dão valor à sua alma e não aos interesses da matéria; que roupa veste, que saber você tem, que carga exerce, quanto dinheiro tem.
É preciso caminhar por essas ruas e saber identificar quem são esses e quem são aqueles e ser o apoio firme e de boa ação para os que precisam, distanciar-se daqueles que não geram boa intenção, deixe-os seguirem a caminhada própria e vocês seguem a suas.
Cada um cria sua história e o final. Qual história você está escrevendo para você? E o que será que finalmente deixará? Pense nisso.
Não precisa julgar, apenas compreensão e auto-responsabilidade. Deixe a responsabilidade do outro com o outro.
Trago alguns ensinamentos dessa rua - e a vida é uma grande rua, com muitas escolhas de caminhos.
Então muita atenção nas escolhas dos caminhos.
Estenda a mão a quem realmente precisa e cuidado para não estar apertando a mão de quem seria um perigo virar para as costas.
Sorria e sai andando para outro lado, se perceber uma rua interditada de maus interesses.
Não tenha medo de se arriscar no novo, esse é o jogo, não tem jogado sem risco de as mãos ao mistério e confie.
A malandragem sempre vai estar no caminho para ajudá-lo - é só chamar.
As ruas têm os perigos, mas também tem quem vai tirá-los, sempre precisará ir para rua, traçar novos caminhos, arriscar em novas tentativas.
A casa é santuário, mas ficar preso dentro dela, pode virar caixão.
Se divirtam, tenham seus prazeres, toda matéria é espiritual, apenas não esqueçam de terem auto-responsabilidade.
E tentem julgar menos, vocês nunca vêem o todo, não sabem de tudo, são empáticos, caridosos, mas não caem na inocência e imaturidade.
A rua ensina e derruba.
Não precisa julgar, apenas tome outros caminhos, quando o que você não entende lhe incomoda, mas também lute e proteja quem não tem as suas forças.
E nos chamem - A malandragem vai interagir para o bem.
Seu Zé.
Jogando os dados, jogando as cartas trago alguns mistérios a se revelar.
Nas ruas se tem a luz e as sombras e é preciso atenção para circular em seus limites.
Eu trago o jogo o jogo de cintura, o bom molejo para saber dançar até mesmo nas lambadas da vida.
Trago na veia o sangue de um povo que sabe lutar nas dificuldades.
É preciso ter fé, não deixar a desesperança pegar. Quem é da rua aprende nas maiores dificuldades, então também tem muito a ensinar.
Existe uma desconfiança o perigo sorrateiro na esquina, mas também você encontra muita ajuda, parcerias, amigos de coração.
Aqueles que dão valor à sua alma e não aos interesses da matéria; que roupa veste, que saber você tem, que carga exerce, quanto dinheiro tem.
É preciso caminhar por essas ruas e saber identificar quem são esses e quem são aqueles e ser o apoio firme e de boa ação para os que precisam, distanciar-se daqueles que não geram boa intenção, deixe-os seguirem a caminhada própria e vocês seguem a suas.
Cada um cria sua história e o final. Qual história você está escrevendo para você? E o que será que finalmente deixará? Pense nisso.
Não precisa julgar, apenas compreensão e auto-responsabilidade. Deixe a responsabilidade do outro com o outro.
Trago alguns ensinamentos dessa rua - e a vida é uma grande rua, com muitas escolhas de caminhos.
Então muita atenção nas escolhas dos caminhos.
Estenda a mão a quem realmente precisa e cuidado para não estar apertando a mão de quem seria um perigo virar para as costas.
Sorria e sai andando para outro lado, se perceber uma rua interditada de maus interesses.
Não tenha medo de se arriscar no novo, esse é o jogo, não tem jogado sem risco de as mãos ao mistério e confie.
A malandragem sempre vai estar no caminho para ajudá-lo - é só chamar.
As ruas têm os perigos, mas também tem quem vai tirá-los, sempre precisará ir para rua, traçar novos caminhos, arriscar em novas tentativas.
A casa é santuário, mas ficar preso dentro dela, pode virar caixão.
Se divirtam, tenham seus prazeres, toda matéria é espiritual, apenas não esqueçam de terem auto-responsabilidade.
E tentem julgar menos, vocês nunca vêem o todo, não sabem de tudo, são empáticos, caridosos, mas não caem na inocência e imaturidade.
A rua ensina e derruba.
Não precisa julgar, apenas tome outros caminhos, quando o que você não entende lhe incomoda, mas também lute e proteja quem não tem as suas forças.
E nos chamem - A malandragem vai interagir para o bem.
Seu Zé.
Psicografia recebida por André Auke - 08-jan-23.
Grupos de estudos Raios Divinos - Coordenação Mestra Nice Oliveira.
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